quarta-feira, 27 de agosto de 2014

O que é virus?

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O que é virus?

São programas desenvolvidos para alterar nociva e clandestinamente softwares instalados em um computador. Eles têm comportamento semelhante ao do vírus biológico: multiplicam-se, precisam de um hospedeiro, esperam o momento certo para o ataque e tentam esconder-se para não serem exterminados.

Os vírus de computador podem anexar-se a quase todos os tipos de arquivo e espalhar-se com arquivos copiados e enviados de usuário para usuário. Uma simples rotina, ou comando, pode disparar o gatilho do vírus, que pode mostrar apenas mensagens ou imagens (sem danificar aquivos da máquina infectada), ou destruir arquivos e reformatar o disco rígido. Se o vírus não contém uma rotina de danos, ele pode consumir capacidade de armazenamento e de memória ou diminuir o desempenho do PC infectado.

Até sete anos atrás, a maioria dos vírus se espalhava por meio do compartilhamento de arquivos em disquete, mas a popularização da Internet trouxe novas formas de contaminação e de vírus: por e-mail, por comunicadores instantâneos e por páginas html infectadas.

Segundo a International Security Association (ICSA), mais de 60 mil vírus já foram identificados, e 400 novas pragas são criadas mensalmente, o impede que os usuários estejam 100% imunes a vírus.
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sábado, 23 de agosto de 2014

Ramírez faz golaço, Botafogo vence

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 - Atualizado em 23/08/2014 21h12

Ramírez faz golaço, Botafogo vence Chapecoense e respira no Brasileirão

Alvinegro é empurrado pela torcida em seu maior público no nacional e se reabilita. Time catarinense joga mal e fica com mesmos 19 pontos do rival

Por Rio de Janeiro
  • não deu certo
    chuveirinho
    A tática carioca de levantar bola para Ferreyra não deu certo. Foram 15 cruzamentos, 10 feitos por Edílson, e nenhuma cabeçada durante todo o jogo.
  • momento-chave
    azar ou sorte?
    Aos 25 do segundo tempo a Chape teve a chance do empate. A bola na trave de Bruno Rangel, porém, voltou nas costas de Jefferson e correu para fora.
  • destaque
    o cara
    Ramírez não fez apenas o golaço do jogo. Foi também quem mais recebeu falta do Bota - três - e errou só um dos 38 passes que tentou.
O Botafogo não precisou ser brilhante para deixar o Maracanã reabilitado no Campeonato Brasileiro. Pressionado com a proximidade da zona do rebaixamento, o Alvinegro soube controlar o jogo e se impôs, diante de 18.450 torcedores (15.909 pagantes), seu maior público no estádio neste nacional. Coube ao peruano Ramírez presentear o torcedor com um golaço, que decretou a vitória por 1 a 0 diante de uma tímida Chapecoense, que abdicou do ataque em boa parte do confronto.
Nesta noite, os dois times deram uma mostra da irregularidade geral da maioria dos times no Brasileirão. O Botafogo em nada repetiu a péssima atuação da derrota na última quarta-feira para o Figueirense, enquanto a Chapecoense não foi sombra do time que pressionou e venceu o Fluminense no mesmo dia.
O triunfo alivia o time carioca, que começou a rodada apenas um ponto fora do Z-4. O Botafogo chega aos 19 pontos, mesma pontuação da Chapecoense. O Coritiba, que enfrenta esta noite o Palmeiras, encabeça a zona de risco e tem quatro pontos a menos que a dupla.
Ramirez comemora gol do Botafogo contra a Chapecoense (Foto: Vitor Silva / SSpress)Ramirez comemora o gol do Botafogo contra a Chapecoense (Foto: Vitor Silva / SSpress)
Pelo Brasileirão, os dois times voltam a jogar no próximo fim de semana. Novamente no Maracanã, o Botafogo recebe o Santos, no domingo (31), às 16h. Um dia antes, a Chapecoense encara o líder Cruzeiro no Mineirão, às 18h30. O Alvinegro carioca ainda tem compromisso na quarta-feira contra o Ceará, pelas oitavas de final da Copa do Brasil, no Maracanã, às 22h.
Ramírez no capricho
O primeiro tempo foi amplamente favorável ao Botafogo, que controlou o jogo e não correu riscos. O time chegou bem quando procurou as tabelas e os passes curtos entre Zeballos e Ramírez, que ditaram o ritmo da equipe. Porém, em muitos momentos a equipe apostou na bola alta em busca de Ferreyra, que esteve apagado e foi neutralizado pela zaga da Chapecoense. Além disso, Edílson, pouco inspirado, errou muitos cruzamentos, prejudicando a jogada aérea. Os visitantes, por sinal, apenas se defenderam e não incomodaram a meta de Jefferson. Zezinho eventualmente era lançado, mas a aposta em sua velocidade não funcionou. O que deu certo foi o lindo chute de Ramírez aos 31 minutos. O peruano, do bico da grande área, arriscou e acertou o ângulo esquerdo de Danilo. Um golaço, levando ao delírio o torcedor alvinegro.
A sorte alvinegra
O Botafogo deu a falsa impressão de que liquidaria o jogo nos minutos iniciais do segundo tempo, quando Ramírez e Zeballos ainda tinham gás. No entanto, o time novamente errou muito próximo à area catarinense. A dupla, então, cansou, e os cariocas ficaram sem poder de fogo, já que Ferreyra era presa fácil em meio aos zagueiros. Com a entrada de Tiago Luis, a Chapecoense passou a arriscar mais. Jefferson, aos 16, salvou de forma milagrosa cabeçada de Grolli, que estava em posição duvidosa. Bruno Rangel, aos 25, mandou na trave do goleiro alvinegro, que ainda contou com a sorte. A bola bateu em suas costas e correu para fora da direção do gol. No fim, muitos cruzamentos na área do Botafogo, que suportou a pressão sem correr riscos.
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Quase 200 cidades do país têm mais eleitores que habitantes

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  • Quase 200 cidades do país têm mais eleitores que habitantes

    Cidades com mais eleitores do que habitantes
    Em 194 cidades brasileiras, há mais eleitores que habitantes. É o que mostra um levantamento feito pelo G1com base nos dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Isso representa 3,5% dos municípios do país, que tem quase 5,6 mil cidades.

    Oliveira de Fátima, no Tocantins, é a cidade com a maior disparidade entre população e eleitorado. O município tem 1.729 eleitores contra 1.085 habitantes, o que corresponde a uma taxa de 1,59 eleitor por habitante. Em segundo lugar, está Severiano Melo, no Rio Grande do Norte, com 2,5 mil eleitores a mais que habitantes. A taxa é de 1,55.

    De acordo com o TSE, nem sempre o domicílio eleitoral é o mesmo que o domicílio civil. Por isso, a discrepância no número de eleitores e habitantes não configura necessariamente fraude. Para votar em determinados municípios, por exemplo, vínculos como os profissionais são aceitos.
  • por Clara Velasco

    PT tem a maior proporção de candidatos diplomados; PT do B, a menor

    candidatos diplomados por partido
    O PT é o partido com a maior proporção de candidatos com ensino superior completo, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Dos 1.362 candidatos concorrendo nas eleições deste ano pelo partido, 866 são diplomados, o que representa 63,6% do total. A média das eleições é de 45,3%.
    O PMDB fica logo atrás do PT, com índice de 59%. Dos 32 partidos concorrendo neste ano, outros 14 também estão acima da média geral, incluindo o PSDB (57,7%), o PSD (57,3) o PSTU (57%) e o PSB (54,5%).
    Na contramão, o PT do B tem o percentual mais baixo de candidatos diplomados. Dos 822 concorrentes da sigla, apenas 233 têm o ensino superior completo, o que corresponde a 28,3% do total. Outros 16 partidos estão abaixo da média das eleições.
  • por Clara Velasco

    PT é o único partido com crescimento no tempo de TV em 2014

    Tempo de campanha dos candidatos
    O PT é o único partido cujo tempo de propaganda eleitoral na televisão e no rádio é maior neste ano em comparação com as eleições de 2010. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a coligação da candidata à Presidência Dilma Rousseff tinha 10 minutos e 38 segundos há quatro anos. Em 2014, o tempo subiu para 11 minutos e 24 segundos, o que representa um ganho de 46 segundos. 
    Dois partidos que estão concorrendo neste ano - PSB e PSC - não tinham candidatos em 2010. Em decorrência da morte de Eduardo Campos, foi considerada como candidata do PSB a ex-senadora Marina Silva, que deve ser oficializada nesta quarta. Os outros 9 partidos tinham nomes concorrendo em 2010, e, com exceção do PT, dispõem de programas eleitorais mais curtos atualmente. O PSDB - com José Serra em 2010 e Aécio Neves em 2014 - foi o que mais sofreu: o tempo concedido à coligação caiu de 7 minutos e 18 segundos para 4 minutos e 35 segundos, uma perda de 2 minutos e 43 segundos.
    Os programas eleitorais têm um total de 25 minutos para os candidatos que disputam o cargo de presidente. O tempo de cada coligação é definido pelo TSE com base em uma resolução que considera o número de partidos políticos ou coligações que solicitaram registro de candidato a presidente da República e a respectiva representação na Câmara dos Deputados. Como em 2010 o número de candidatos era menor - 9, ante 11 em 2014 -, o tempo é mais pulverizado neste ano.
  • por Clara Velasco

    José e Maria são os nomes mais comuns dos candidatos das eleições 2014

    Nomes mais comuns dos candidatos


    José e Maria são os nomes mais comuns entre os candidatos das eleições deste ano, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). De cerca de 26 mil candidatos, 1,4 mil se chamam José, o que corresponde a 5,3% do total. Já mil concorrentes são Maria - ou 3,9%.
    Antônio aparece em 3º lugar, com 602 pessoas. João (513), Francisco (458), Carlos (458) e Paulo (385) também são nomes populares entre os candidatos. Entre as primeiras 15 denominações, além de Maria, o único nome feminino que consta da lista é Ana, com 219 pessoas.
    Cerca de 5,7 mil nomes foram identificados com base nos registros do TSE, feitos pelos próprios candidatos. Apenas foram consideradas as primeiras denominações dos concorrentes. Do total, 3,9 mil são nomes únicos - ou seja, há apenas um candidato com o nome citado. 
  • por Clara Velasco

    Amapá é o estado com a maior proporção de eleitores jovens do país

    Idade do eleitorado nas eleições 2014
    O Amapá é o estado com a maior proporção de eleitores jovens do país. De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 24,4% do eleitorado do estado têm entre 16 e 24 anos. Isso quer dizer que, de 455,5 mil eleitores, 111 mil se enquadram nesta faixa etária. No país, o índice é de 16,1%.
    Outros três estados do Norte do país dão continuidade à lista dos eleitores mais jovens: Roraima, em que 22,7% dos eleitores têm até 24 anos, Acre (22,4%) e Amazonas (20,6%). O estado nordestino de Alagoas está na 5ª posição, com índice de 20,3%.
    Na contramão, os estados com as maiores proporções de eleitores com mais de 60 anos estão no Sudeste e no Sul do país. O Rio de Janeiro lidera o ranking, com índice de 20,7%. O Rio Grande do Sul aparece em seguida, com 20,6%. Minas Gerais (18,5%), São Paulo (17,8%) e Paraná (17%) completam a lista.
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Ex-morador de rua viciado em crack vira modelo e grava comerciais no DF

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Ex-morador de rua viciado em crack vira modelo e grava comerciais no DF

Ele foi expulso de casa por vender pertences da família para comprar droga.
Além de desfilar, Lugoli já gravou uma propaganda estrelada por Ronaldinho.

Isabella FormigaDo G1 DF
Adriano Lugoli, modelo ex-viciado em crack (Foto: Adriano Lugoli/Divulgação)Adriano Lugoli, modelo ex-viciado em crack
(Foto: Adriano Lugoli/Arquivo Pessoal)
Quando vivia nas ruas pedindo esmola, o modelo Adriano Lugoli gastava todo o dinheiro que ganhava comprando crack e se alimentava apenas de pipoca. Com 1,80 metro de altura, o modelo pesava 60 quilos e era chamado de feio por pessoas que nem conhecia. “Eu estava feio de dar medo. As pessoas diziam ‘cara, como você é feio, você é muito feio’. Eu era pele e osso, parecia uma caveira”, lembra. Dez anos depois, pesando 70 kg, as fotos do ex-viciado estampam propagandas na traseira de ônibus, ele desfila para lojas de roupa de banho e já participou de um comercial com Ronaldo Fenômeno e de um videoclipe com a cantora Ellen Oléria.
Morador do Gama, região administrativa a 35 quilômetros de Brasília, Lugoli nasceu e cresceu com os irmãos e a mãe em uma casa de classe média baixa em Uberlândia, em Minas Gerais. O vício começou aos 20 anos, em uma fase “festeira”, em que o uso de álcool, cigarro, e maconha era comum. “Depois, conheci as festas raves e fiquei apaixonado. Tomava 'bala' [ecstasy], que faz tudo mudar de cor, e achei que as drogas não eram ruins como falavam.”
Um dia, estava bêbado e uma mendiga traficante ofereceu crack pra mim e para o meu amigo. Eu fui na onda. Experimentei e vi que era diferente. Trabalhava com telemarketing na época e, assim que recebia o salário, falava ‘vou pegar só R$ 50’ e, quando via, já tinha gastado R$ 300."
Adriano  Lugoli, modelo e ex-viciado em crack
O crack foi oferecido por uma moradora de rua. “Um dia, estava bêbado e uma mendiga traficante ofereceu crack para mim e para o meu amigo. Eu fui na onda. Experimentei e vi que era diferente”, diz. Apesar de lembrar que a droga não o deixava tão alegre quanto as outras que experimentara, Lugoli voltou a usá-la repetidas vezes. “Trabalhava com telemarketing na época e, assim que recebia o salário, falava ‘vou pegar só R$ 50’, e quando via, já tinha gastado R$ 300. Daí, foi ficando pior e eu chegava a gastar meu salário todo.”
Sem dinheiro para comprar mais pedras de crack, Lugoli começou a vender seus pertences, inclusive as coleções de CDs de rock que tinha há anos. “Tinha coleções inteiras e vendi um por um. Eu também tinha um teclado e cantava, mas fui vendendo, vendendo tudo”, diz. “Quando acabaram as minhas coisas, comecei a pegar salário do meu irmão e da minha irmã, que trabalhava no McDonald's. Ela estava concluindo a faculdade, e eu vendi os livros dela. Eu não tinha mais nada. No meu quarto, só tinha a cama.”
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Vai fazer o Enem este ano? Veja as provas das últimas edições do exame

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23/08/2014 07h00 - Atualizado em 23/08/2014 09h57

Vai fazer o Enem este ano? Veja as provas das últimas edições do exame

Conhecer as provas anteriores ajuda a conhecer o estilo das questões. 
Confira as cinco edições mais recentes com gabarito oficial do Inep.

Do G1, em São Paulo
Provas anteriores do Enem (Foto: Reprodução/Inep)Provas anteriores do Enem (Foto: Reprodução/Inep)
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